Star Wars: A Ascensão Skywalker chegou aos cinemas em dezembro de 2019 e não agradou a maioria dos fãs da franquia. Porém, o filme poderia ser bem diferente do que vimos se ele fosse escrito e dirigido por Colin Trevorrow, a primeira opção para comandar o último longa da saga. Em 2015, ele foi escolhido para desenvolver um roteiro ao lado de Derek Connolly, mas deixou o projeto em 2017 por conta de diferenças criativas. Recentemente, o roteiro de Trevorrow vazou na internet e veículos como Collider e The Playlist confirmaram ser mesmo a versão original. Confira abaixo as principais mudanças:

O título

Pra começar, o filme não se chamaria A Ascensão Skywalker, mas sim Star Wars: Duel of the Fates (Duelo de Destinos). O esboço de Trevorrow é de 16 de dezembro de 2016, apenas 11 dias antes da morte de Carrie Fisher.

Os créditos de abertura

A abertura do longa contaria com o seguinte texto:

“As garras de ferro da PRIMEIRA ORDEM se espalharam para os confins da galáxia. Apenas alguns planetas dispersos permanecem desocupados. Atos de traição são puníveis com a morte. Determinado a sufocar uma crescente inquietação, o Líder Supremo KYLO REN silenciou toda a comunicação entre os sistemas vizinhos. Liderada pela GENERAL LEIA ORGANA, a Resistência planejou uma missão secreta para impedir sua aniquilação e abrir caminho para a liberdade…”.

Cena de Abertura

Nesta versão, a personagem Rose (Kelly Marie Tran) teria mais importância do que foi visto em A Ascensão Skywalker. Ela abre o longa ao lado de Finn (John Boyega) e BB-8, em uma missão para roubar uma Star Destroyer cheia de armas e veículos do Império. Ainda nesta sequência inicial, Finn vê um Stormtrooper sem seu capacete e o reconhece. Isso reacende seu conflito interno quando se trata de matar seus irmãos e irmãs de armas.

Rose e Finn

A dupla está em uma missão em Coruscant para acender um farol antigo no templo Jedi e chamar toda a galáxia para a guerra. Eles são presos, então Rose é interrogada pelo general Hux (Domhnall Gleeson). Após Finn escapar, ele lidera uma rebelião com Stormtroopers desertores em uma batalha terrestre pelas ruas de Coruscant. Eles atacam uma nave da Primeira Ordem que está sobre a cidade. Enquanto isso, a Resistência se une a caças roubados e veículos pintados com suas próprias cores revolucionárias. Poe Dameron (Oscar Isaac) lidera uma batalha área simultânea.

Ao final do filme, Rose e Finn vão com um grupo de jovens sensitivos à força a um planeta remoto, onde Rey está esperando para treinar a próxima geração de Jedi. Entre eles está o garoto com a vassoura que foi visto no fim de Os Últimos Jedi.

Kylo Ren

Nesta versão, Kylo Ren (Adam Driver) ainda morreria no final, mas tanto seu arco quanto o de Rey seriam diferentes. No início do filme, Kylo Ren vai para Mustafar, onde fica o antigo castelo de Vader. Lá, ele é assombrado pelo Fantasma da Força de Luke Skywalker (Mark Hamill) e chega a lutar contra uma alucinação de Darth Vader. O vilão entra em contato com o mestre Sith de Palpatine, Tor Valum, através de um antigo dispositivo Sith, enquanto tenta acabar com os Jedi e os Sith de uma vez por todas.

Rey

Enquanto isso, Rey (Daisy Ridley) ainda acredita que Kylo Ren é bom e se une a Poe para acabar com os Jedi/Sith da sua maneira. A heroína teria um sabre de luz de duas lâminas, semelhante à arma usada por Darth Maul.

Neste roteiro, os pais de Rey continuam sendo ninguém, porém ela não seria neta de Palpatine – o Imperador não estaria nesta versão. Seus pais teriam sido mortos por Kylo Ren a pedido de Snoke.

O final

No final do filme, Rey e Kylo Ren batalham no planeta místico Mortis, onde a heroína recebe ajuda dos Fantasmas da Força de Luke, Obi-Wan (Ewan McGregor) e Yoda. Os Jedi tentam trazer Kylo Ren de volta para a luz, mas não conseguem. No fim, ele é “extinto”.

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